Ainda nos trajes Regionais foi a vez de homenagear as gentes do RIBATEJO, em especial todos os Ribatejanos da Chamusca, Pinheiro Grande, Carregueira e Arripiado.
A razão desta iniciativa é a necessidade de dar e trocar ideias e ter prazer em gostar de saber um pouco de tudo ....Dicas, Jogos, Lenga lengas, poemas, Sonhos, trabalhos manuais etc. Aproveito para agradecer a todos aqueles que generosamente me visitarem e me ajudarem a enriquecer com os seus conhecimentos.
sábado, 12 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Violinhos no Auditório Casa dos Patudos de José Relvas
A orquestra Violinhos foi convidada para tocar no Auditório da Casa dos Patudos, em Alpiarça para comemorar o nascimento do seu patrono José Relvas a 5-03-1858 na Golegã.
Os Violinhos gostaram da receção feita seguida de um lanche.
Estaremos sempre prontos para tocar no Auditório José Relvas.
Um painel de azulejo lindo para ver
Os Violinhos gostaram da receção feita seguida de um lanche.
Estaremos sempre prontos para tocar no Auditório José Relvas.
Um painel de azulejo lindo para ver
quinta-feira, 3 de março de 2016
sábado, 27 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Compras Académicas
Foi com um certo orgulho que fui acompanhar o meu filho Flávio comprar o seu traje para finalmente em Maio se Deus quiser trajar pela 1ª vez.
Vai ser um sonho realizado ver o meu filho trajado, o que irá acontecer brevemente,Que Deus o abençõe e proteja neste seu percurso.
Vai ser um sonho realizado ver o meu filho trajado, o que irá acontecer brevemente,Que Deus o abençõe e proteja neste seu percurso.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Coelha Noiva Minhota
A Lenda da Noiva de Negro
Em tempos muito antigos existiam várias famílias abastadas e como é de prever queriam que seus filhos ou filhas fizessem bons casamentos, não interessava se se amavam o importante para os rapazes era trazer um bom dote e as raparigas o que interessava aos pais era um genro filho de uma família abastada, com terras,dinheiro e casas ,havia casamentos que estavam apalavrados desde bebés.Havia numa aldeia Minhota uma jovem fidalga que desde muito cedo se apaixonou por um rapaz filho de um casal muito pobre, à medida que cresciam seu amor era maior, mas o rapaz viu que para ficar com a sua amada tinha que fazer algo e resolveu partir para o estrangeiro para ganhar dinheiro suficiente para puder casar com a sua amada, muitas juras de amor foram feitas e a jovem ficou à espera do dia que seu amado chegasse.
Os dias foram passando, os meses, os anos e a jovem deixou de o ser, mas continuava com pretendentes,mas recusava sempre e a tristeza começou apoderar-se dela, de tal forma que pensou que seu amado tinha morrido e decidiu vestir-se de negro,
passava os dias à janela a ver o tempo passar, para ela ele até parava.
Mas num dia, quando estava na janela ao longe avistou um vulto, que lhe lembrou a silhueta de alguém,do seu amado. Seu coração pressentiu e começou a bater mais depressa, mas a moça estava tipo estátua mas conforme o vulto se aproxima começa a definir formas, olha bem a pessoa que ainda está distante sai de casa a correr em direção ao homem que olhando para ela a aguarda de braços abertos.
Com tantos anos perdidos saíram logo dali direitos à Igreja e pedir ao Senhor Prior para os casar, foi com a pressa que estavam e para não perderem mais tempo que a moça casou de negro, ainda houve tempo para a noiva levar uma flor na mão.
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